sexta-feira, 29 de abril de 2011

Principais Idéias (Basso)

Idéias principais do texto


• Muitos educadores ainda têm uma visão romântica de criança e infância.
• Não existe um conceito universal de criança e de infância. Estes são socialmente construídos.
• A inclusão ou não da criança na educação infantil deveria ser opção da família e não conseqüência da condição social e econômica. Portanto, a equidade está muito distante do desejável. A desigualdade social continua a ser um marco na sociedade brasileira.
• Em 1998 com o intuito de atender as determinações da LDB que estabelece a Educação Infantil como primeira etapa da Educação Básica, o Ministério da Educação publicou o Referencial Curricular da Educação Infantil ( RCNEI).
• Assistência não é oposto de educação. Toda instituição de Educação Infantil sempre teve e sempre terá caráter educativo. É preciso identificar a natureza dessa interação educativa e questionar sobre a sua qualidade e em que medida corresponde ao que é melhor para a criança.
• A educação infantil não é adequação, nem preparação e tampouco antecipação, ela é sim, parte formativa do todo que é fundamental e imprescindível para uma educação básica de qualidade.
• A Educação Infantil é direito legítimo da criança.
• É responsabilidade social que deve ser compartilhada entre o poder público, a sociedade e a família.
• É a primeira etapa da Educação Básica.
• Tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social.
• Tem função complementar a ação da família e da comunidade. Não é portanto substituta da família.
• É oferecida em creches para as crianças até 3 anos de idade e em pré-escola para crianças de 4 e 5 anos.
• Tem caráter social e educativo amplo em função do impacto positivo que pode causar nas crianças, nas suas famílias e na sociedade como um todo.
• Tem identidade, autonomia e espaço próprio dentro da Educação Básica.
• Reconhece a criança como sujeito social e histórico que pensa, interagem modifica e é modificado pelo contexto.

BASSO, Cláudia de Fátima R. Chaves, Laura Cristina. Concepções: Pontos de Partida. In: Educação Infantil de Qualidade: Direito das crianças e das famílias. Blumenau: Nova Letra, 2007.

Considerações Finas

A disciplina favoreceu o crescimento em algumas áreas não estudadas anteriomente e outras aprofundando o conhecimento existente. Assim, destaco algumas aquisições: O conhecimento das políticas públicas realizadas para a educação infantil e dos retrocessos ocorridos, como o conceito de infância se modificou com o decorrer da história, de compreender a criança a partir de suas próprias experiências e não das representações que os adultos fazem delas.
Com a disciplina fortaleci o espírito de luta pelos nossos direitos e de nossas crianças.

Educação Infantil no DF 1971 - 1980

PANORAMA GERAL
• O Plano Educacional de Brasília foi elaborado ainda no final da década de 50 por Anísio Teixeira;

• Segue uma concepção escolar que se pretende inovadora, concebida como modelo alternativo ao existente;

• A construção se deu seguindo o plano arquitetônico da cidade, localizadas em superquadras;

• A escolarização seria iniciada no jardim de infância para crianças de 4 a 6 anos.


ORGÃOS GOVERNAMENTAIS RESPONSÁVEIS


• Ministério da Educação e Cultura – MEC;

• Secretaria de Estado de Educação do DF;

• Conselho de Educação do DF.


LEGISLAÇÃO VIGENTE PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL


• Lei Federal nº 5.692/71;

• Resolução nº 01/74 - CEDF


DADOS QUANTITATIVOS

• Em 1971 – 15 jardins de infância, públicos, todos no Plano Piloto;

• Em 1972 – o Cantinho do Girassol, entidade filantrópica,de natureza privada e caráter religioso na Ceilândia;

• Em 1978 – a creche CASA FREDERICO OZANAM, na Candangolândia, também filantrópica;


POLÍTICAS

• Em 1974 – universalização da oferta de Educação pré-escolar para crianças de 6 anos;

• Em 1975 – implantado o projeto de educação pré-escolar compensatória nas cidades satélites;

• Em 1976 – editado documento contendo diretrizes para a educação pré-escolar;

• Em 1978 – implantado o projeto pré-escolar para crianças de 6 anos em Brazlândia e Ceilândia;

• Durante toda década de 70 – surgimento de pré-escolas que se auto denominaram “alternativas”, ou “ religiões alternativas”.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante a década de setenta, apesar de não ter havido grandes investimentos em educação infantil , foi sim um período de extrema importância para esse segmento, pois foi durante essa década que se fortaleceram as reivindicações por esse direito tão básico e elementar.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Construção Social da Criança

A construção social da criança acontece de acordo com o meio em que vive; seus familiares, amigos, vizinhança, igreja, escola, etc.; numa troca entre a criança e o seu meio, um interagindo com o outro onde a criança modifica e é modificada. Sendo assim cada criança vivencia a sua prórpia construção social.
Segundo Vigostsky, a construção do pensamento e da subjetividade é um processo cultural, formado na vida social.(Zilma de Oliveira, 2003)


BIBLIOGRAFIA
OLIVEIRA, Zilma Ramos de. Educação Infantil. Fundamentos e Métodos. São Paulo. Cortez, 2002.